Archive for the ‘Software Livre’ Category

Disfarçando o Firefox de Internet Explorer

8 de fevereiro de 2011

Voltei faz alguns dias da viagem, e enquanto não arrumo minhas coisas … começo com uma dica simples e útil.

Sabe quando você quer acessar um site e é impossibilitado porque o infeliz que o criou, ignorando o enorme crescimento do Firefox e a existência de outros sistemas operacionais diferentes do Micro$oft Windows, coloca uma restrição aceitando que apenas o Internet Explorer possa acessar o site?

Disfarçando o Firefox

Pois bem … você pode burlar a restrição. Basicamente o site pergunta para o navegador quem ele é. O seu Firefox ao responder sua verdadeira identidade é barrado por esse tipo de site. Mas usando a extensão User Agent Switcher, você pode fazer o Firefox facilmente responder que é um “Internet Explorer-like” e burlar a restrição.

Para baixar a extensão vá em : https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/user-agent-switcher/?category=Configuration&id=59&vid=62 e clique em “Add to Firefox”.

Reinicie o navegador e pronto! Para disfarçar o Firefox de “Internet Explorer-like” clique no menu Ferramentas, Default User Agent e selecione a versão do Internet Explorer desejada.

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Cordel: Do Livre e do Grátis

15 de dezembro de 2010

Cordel muito louco sobre a diferença entre software livre e software grátis:

Do Livre e do Grátis

No mundo tecnológico
A gente escuta falar
Sobre um monte de programas
Que se pode utilizar
Sem precisar muito esforço
Nem botar a mão no bolso
Isso costuma animar

São programas mais diversos
Que muitos chamam de “free”
Mas isso tem um problema
Que está na palavra em si
Pois esse “free” pode ser
Livre ou grátis, e você?
Você sabe diferir?

Pois é disso que se trata
Esse cordel na sua frente
Vou te mostrar com cuidado
Que é muito diferente
Livre e grátis, mesmo que
Em inglês chamem de “free”
Português é mais decente

Ao conseguir um programa
Sei que isso é bem confuso
Mesmo quando você compra
É o programa que é incluso
Pois saiba que o principal,
O que se compra afinal,
É a Licença de Uso

Isso é um documento
Que te diz em legalês
O que pode ou não fazer
Documento que alguém fez
São deveres e direitos
E assim não tem mais jeito
A não ser seguir as leis

Se o programa é colocado
Num site da internet
Pelo próprio fabricante
Pra que todo mundo pegue
“Estou livre”, você pensa
Mas ainda tem licença
Que você se compromete

Quando se diz de um programa
Que é gratuito, quer dizer
Que não precisa dinheiro
Para aquilo a gente ter
Mas aquilo não é nosso
Não quer dizer que eu posso
Fazer tudo o que quiser

Grátis é sobre dinheiro
O que é livre é pra voar
O grátis é pessoal
Livre é pra compartilhar
Os dois têm o seu limite
Mas o do livre existe
Pro direito propagar

Para você ver melhor
A diferença tão viva
Entre o livre e o grátis
Vou parar a narrativa
Pra do jeito que eu puder
Te explicar quando é
Que um programa é livre

Para ser considerado
Sendo livre de verdade
Um programa tem que ser
Pela solidariedade
Quem recebe um desse jeito
Tem que ter certos direitos
São as quatro liberdades

A primeira liberdade
Fala da utilização
De usar esse programa
Sem ter qualquer excessão
Em qualquer necessidade
Pra qualquer finalidade
Em qualquer situação

A segunda liberdade
Tem a ver com o estudo
Entender como ele é feito
E se eu quiser eu mudo
Para ver no que é que dá
Também posso melhorar
Podemos bolir em tudo!

A terceira liberdade
É a de distribuir
Para quem você quiser
Quem quiser adquirir
Multiplicar, quem diria?
Não é mais pirataria
Pelo menos não aqui

A última liberdade
É para a evolução
Pra melhorar o programa
Aumentando sua função
E a sua utilidade
E no fim, a novidade
Espalhar com satisfação

Todo software livre
Vem também com uma licença
Mas como há muito programa
Seguindo a mesma sentença
Licenças são reusadas
Facilitando a jornada
De quem lê cada licença

Também ele dá acesso
À forma como foi feito
O tal de código-fonte
Pra usarmos os direitos
Pode ser inspecionado,
Espalhado, melhorado,
Socialmente ele é perfeito!

Para um programa ser grátis
Há mil modos, mil efeitos
Pra facilitar o estudo
Separamos em conceito
Porém, veja se não pensa
Que usam a mesma licença
Eles não são desse jeito

Existem uns limitados
São sharewares e demos
Existem na versão paga
E essa outra que nós vemos
É a versão mutilada
Que eles deixam limitada
Pra que nós experimentemos

Há quem limite os recursos
Escondendo alguns botões
Outros limitam no tempo
Ou contam execuções
Pro usuário acostumar
E depois ter que comprar
Pra não ter limitações

Há os que são freewares
São gratuitos pra usar
Alguns pedem doação
Ou um convite pro bar
Talvez um cartão postal
Mas é sempre opcional
Só se o usuário gostar

É legal por ser de graça
Mas cabe a preocupação
E se não for mais assim
Em uma nova versão?
E acontecer de a gente
Se tornar bem dependente
Como fica a situação?

Outra coisa a estar atento
Em programas desse tipo
É sobre a situação
Em que isso é garantido
Ele é grátis para quem?
Nisso limitam também
Esse povo é bem sabido

Tem grátis que só permite
Que a gente use em casa
Grátis só para os States
Grátis, mas não para a NASA
Grátis só pra educação
Só pra uma instalação
Que se leia e que se faça

E o programa, sendo assim
Quem garante que ele não
Captura os seus dados
E manda pro Uzbequistão?
O programa é fechado
E a gente tá lascado
Se ele for um espião

Assim a gente percebe
Que nessa situação
Esse grátis é problema
Não é para tudo não
Você não pagou, tá massa
Mas mesmo sendo de graça
Ainda há limitação

Programas têm que ser livres
Você nota facilmente
Mas isso não quer diz
Dar o código somente
Há casos, na realidade.
Meia e falsa liberdade
É um problema recente…

O primeiro desses casos
Que eu irei relatar
É quando o programa é livre
Mas para modificar
Muita coisa necessita
Muita coisa que é restrita
Para poder compilar

De que adianta o direito
De mudar todo o programa
Se pra gerá-lo de novo
E dar vida às mudanças
Usa um compilador
Que o seu fornecedor
Tornou fechado, sem drama?

O programa será livre
Mas será bem limitada
Essa liberdade aqui
Não como ela é desejada
Pois você pode mudar
Mas pra mudança aplicar
Depende da presepada

Para evitar o problema
Meu caro programador
Escolha bem sabiamente
Dentre o que tem a dispor
As melhores ferramentas
Também livres, bem isentas
Que assim será melhor

Outro caso acontece
Lá nos Estados Unidos
Querem eles que aconteça
Em todo canto e sentido
A nova praga é somente
O uso da tal patente
Protegendo o algoritmo

O programa é escrito
É livre, pode olhar
Mas a tarefa que faz
Alguém em outro lugar
Teve a ideia primeiro
E foi correndo ligeiro
Para ela patentear

Assim o programa, livre
Tudo certo e ajustado
Precisa de uma licença
Para poder ser usado
Uma  licença diferente
Autorizando a patente
Vê que triste resultado!

A tal patente de software
Essa praga que se fez
Por enquanto aqui não vale
Mas pra esse mal não ter vez
Foi criada uma licença
Livre e livre da doença
É a GPLv3

Meu caro programador
Para evitar dependência
No seu programa, que é livre
Dessa armadilha tão tensa
O programa que criar
Quando você for lançar
Pode usar essa licença

Uma coisa que ela faz
Contra esse mal que foi dito
O direito da patente
Quando o software é cedido
Se o fornecedor tiver
Patente que se requer
Pode usar, está subentendido

Vejam como é complicado
Temos um nobre conceito
Que tanta gente defende
Pra nos garantir direitos
Mas também sempre vai ter
Um que queira distorcer
Só para tirar proveito

Caro amigo, pois prefira
Ser alguém com liberdade
Nunca foi questão de preço
Mas poder à Sociedade
Segurança e independência
Compartilhar a ciência
Pela solidariedade

Esteja atento toda hora
Pro que pode acontecer
Liberdade é valiosa
Cuidado pra não perder
Atenção a todo instante
Todo detalhe é importante
Ou pode se desfazer

Cuidado com as armadilhas
Que encontrar pelo caminho
Seja livre e se preocupe
Também com o seu vizinho
Valorize a Liberdade
Tenha solidariedade
Não se é livre sozinho

Autoria: Cárlisson Galdino

Retirado de: http://www.carlissongaldino.com.br/cordel/do-livre-e-do-grátis

Criador do movimento software livre manda carta aberta sobre reforma de direito autoral no Brasil para Dilma Rousseff

8 de dezembro de 2010

A intenção parece ser a melhor possível: tornar nosso regime de direito autoral mais útil e justo. Imbuído dela, Richard M. Stallman – criador do Projeto GNU, do movimento Software Livre, da Free Software Foundation e, principalmente, da licença GPL, a primeira licença copyleft – encaminhou à Presidenta Dilma Rousseff uma carta aberta com sugestões para a reforma da legislação de direito autoral, coordenada pelo Ministério da Cultura.

O texto, em inglês, foi traduzido para o português e divulgada para a imprensa por Alexandre Oliva, conselheiro da FSFLA (Fundação Software Livre América Latina).

Richard M. Stallman

Richard M. Stallman

 

A seguir, a íntegra da carta.

Cara presidenta eleita Rousseff e cidadãos do Brasil

No debate brasileiro sobre a lei de dirieito autoral, uma melhoria importantíssima foi sugerida: a liberdade de compartilhar obras publicadas em troca de uma taxa cobrada dos usuários de Internet ao longo do tempo. Reconhecer a utilidade à sociedade do compartilhamento de arquivos via Internet entre os cidadãos será um grande avanço, mas esse plano levanta uma segunda questão: como utilizar o valor arrecadado? Se usado adequadamente, ele oferece a chance de um segundo grande avanço, em apoio à arte.

As editoras costumam propor usar o dinheiro para “recompensar” os “titulares dos direitos” — duas más ideias juntas. “Titulares dos direitos” é uma forma disfarçada de direcionar o dinheiro principalmente às editoras em vez de aos artistas. Quanto a “recompensar”, esse conceito é inadequado, pois significa pagar a alguém para fazer um trabalho, ou compensar essa pessoa por tirar algo dela. Nenhuma dessas descrições se aplica à prática do compartilhamento de arquivos, já que os ouvintes e espectadores não contrataram as empresas nem os artistas para realizarem um trabalho, e compartilhar mais cópias não lhes tira nada. (Quando eles alegam ser prejudicados, é em comparação com seus sonhos.) Editoras utilizam o termo “recompensar” para pressionar outros a verem a questão da forma como elas a vêem.

Não há necessidade de “recompensar” ninguém pelo compartilhamento de arquivos entre os cidadãos, mas apoiar os artistas é útil para a arte e para a sociedade. Se o Brasil adotar um sistema de taxa de licença para o compartilhamento, ele deve projetar o sistema para distribuir o dinheiro de forma a apoiar os artistas com eficiência. Com este sistema em funcionamento, os artistas se beneficiarão quando as pessoas compartilharem suas obras e incentivarão o compartilhamento.

Qual a forma eficiente de apoiar a arte com esse dinheiro?

Primeiramente, se o objetivo é apoiar os artistas, não dê a verba às editoras. Apoiar as editoras praticamente não apóia os artistas. Por exemplo, as gravadoras pagam aos músicos uma pequena parte ou nada do dinheiro que elas recebem pela venda de álbuns: os contratos de gravação dos músicos são minuciosamente projetados para que os músicos não recebam “seu” quinhão das vendas de álbuns a menos que um álbum venda um tremendo número de cópias. Se a arrecadação pelo compartilhamento de arquivos for distribuída às gravadoras, ela não alcançará os músicos. Contratos com escritores não são tão ultrajantes assim, mas até mesmo os autores de “best-sellers” podem receber pouco. O que a sociedade precisa é apoiar melhor estes artistas e autores.

Proponho, portanto, distribuir as verbas somente para os participantes criativos e garantir, por lei, que as editoras sejam impedidas de cobrá-las de volta ou deduzi-las do que devem ao autor.

A taxa seria cobrada inicialmente pelo provedor de conexão à Internet (prestador do Serviço de Comunicação Multimídia). Como ela deve chegar ao artista? Ela pode passar pelas mãos de uma agência estatal; ela pode passar por uma entidade arrecadadora, contanto que as entidades arrecadadoras sejam reformadas para que qualquer grupo de artistas possa iniciar a sua.

Entretanto, os artistas não podem ser compelidos a trabalhar para as entidades arrecadadoras já existentes, pois estas podem ter regras anti-sociais. Por exemplo, as entidades arrecadadoras de alguns países europeus proíbem que seus membros publiquem qualquer coisa sob lcienças que permitam o compartilhamento (por exemplo, usando qualquer uma das licenças “Creative Commons”). Se a verba do Brasil para apoiar artistas incluir artistas estrangeiros, eles não devem ser compelidos a fazer parte dessas entidades arrecadadoras para receberem sua fatia das verbas brasileiras.

Qualquer que seja o trajeto seguido pelo dinheiro, nenhuma das instituições desse trajeto (provedor, agência estatal ou entidade arrecadadora) pode ter qualquer autoridade para alterar quais fatias serão destinadas a quais artistas. Isso deve ser claramente definido pelas regras do sistema.

Mas quais devem ser essas regras? Qual a melhor forma de dividir o dinheiro entre todos os participantes criativos?

O método mais óbvio é calcular a fatia de cada artista em proporção direta à popularidade de sua obra. A popularidade pode ser medida convidando 100 mil pessoas escolhidas aleatoriamente a fornecer as listas de obras que executaram. É isso que propostas de “recompensar os titulares dos direitos” geralmente fazem. Mas esse método de distribuição não é muito eficaz para promover a arte, pois uma grande fração das verbas iria para as superestrelas, que já são ricas ou ao menos confortáveis, deixando pouco dinheiro para apoiar os artistas que realmente precisam delas.

Eu proponho que, em vez disso, se pague a cada artista de acordo com a raiz cúbica de sua popularidade. Mais precisamente, o sistema poderia medir a popularidade de cada obra, dividi-la pelos artistas da obra para obter um valor para cada artista, depois calcular a raiz cúbica disso e determinar a fatia dos artistas em proporção a estas raízes cúbicas.

O efeito disto seria aumentar a fatia dos artistas moderadamente populares por meio da redução da fatia das superestrelas. Cada superestrela ainda receberia mais do que cada não superestrela, até várias vezes mais, mas não centenas ou milhares de vezes mais. Com essa alteração, uma dada soma total de dinheiro conseguirá apoiar adequadamente um maior número de artistas.

Promover a arte e a autoria apoiando artistas e autores é o objetivo correto de uma taxa de licença para o compartilhamento porque é o objetivo correto dos próprios direitos autorais.

Uma última questão é se o sistema deve apoiar autores e artistas estrangeiros. Seria natural que o Brasil exigisse reciprocidade de outros países como condição para lhes dar apoio a autores e artistas, mas penso que isto seria um erro estratégico. A melhor forma de convencer outros países a adotarem um plano como este não é pressioná-los por meio de seus artistas — eles não sentirão falta desses pagamentos porque não estão acostumados a recebê-los — mas educar seus artistas quanto aos méritos deste sistema. Incluí-los no sistema é a forma de educá-los.

Outra opção é incluir artistas e autores estrangeiros, mas reduzir o pagamento a 1/10 quando seus países não cooperarem reciprocamente. Imagine dizer a um autor: “Você recebeu R$ 50 da taxa brasileira de licença para o compartilhamento. Se seu país tivesse uma taxa semelhante e fizesse um acordo recíproco com o Brasil, você agora teria recebido R$ 500 do Brasil, somado à quantia de seu próprio país.”

Conheço um dos possíveis obstáculos à adoção deste sistema no Brasil: Tratados de Livre Exploração como aquele que estabeleceu a Organização Mundial do Comércio. Eles são projetados para fazer os governos agirem em benefício das empresas, não das pessoas; eles são os inimigos da democracia e do bem-estar da maioria das pessoas. (Agradecemos ao Lula por salvar a América do Sul da ALCA.) Alguns deles exigem “recompensa para os titulares dos direitos” como parte de sua política geral de favoritismo das empresas.

Felizmente, este obstáculo pode ser transposto. Se o Brasil se vir compelido a pagar pelo objetivo equivocado de “recompensar os titulares dos direitos”, ele ainda pode adotar o sistema apresentado acima. Aqui está como.

O primeiro passo rumo ao fim de um domínio injusto é negar sua legitimidade. Se o Brasil for compelido a “recompensar os titulares dos direitos autorais”, deve denunciar essa imposição como errada e ceder temporariamente a ela. A denúncia poderia ser colocada no preâmbulo da própria lei, da seguinte forma:

Considerando que o Brasil deseja incentivar a útil e prestativa prática de compartilhar, na Internet, obras publicadas;

Considerando que o Brasil é compelido pela Organização Mundial do Comércio a pagar aos titulares dos direitos o resgate dessa liberdade, mesmo que esse dinheiro vá apenas enriquecer as editoras em vez de apoiar artistas e autores;

Considerando que o Brasil deseja, além dessa exigência imposta, apoiar artistas e autores melhor do que o sistema atual de direitos autorais faz;

Em seguida, após estabelecer uma taxa para fins de “recompensa”, estabelecer uma segunda taxa adicional (igual ou maior em valor) para apoiar os autores e artistas. O plano desperdiçador e equivocado da “recompensa” não deve ser um substituto para o plano útil e eficaz. Então, implemente-se o plano útil e eficaz para apoiar os artistas diretamente, pois isso é bom para a sociedade, e implemente-se a “recompensa” exigida pela OMC, mas somente enquanto a OMC mantenha o poder de impô-la.

Isto iniciará a transição para um novo sistema de direitos autorais adequado à era da Internet.

Obrigado por considerar estas sugestões.

Richard M. Stallman

Retirado de “http://idgnow.uol.com.br/blog/circuito/2010/12/08/de-stallman-para-dilma/

Escritório livre [parte 7]: Numeração de páginas no OpenOffice/BrOffice – como mostrar a numeração a partir de outra página que a primeira

1 de dezembro de 2010

Pessoal, demorei eternidades em postar algo novo devido a confecção do meu trabalho de conclusão de curso (TCC). Nessa sexta-feira (03/12) defendo meu TCC, e aí se a preguiça permitir … escrevo com mais frequencia.

Estou fazendo uma novo post da série “Escritório livre” pois após escrever todo meu TCC no OpenOffice/BrOffice (assim como meus colegas) vi que muitos tem problemas com a numeração de páginas no mesmo. A dúvida é:

Como se realiza a numeração de páginas no OpenOffice/BrOffice, começando a mostrar a referida numeração a partir de qualquer outra página que não seja a primeira? [pois ninguém quer colocar a numeração na capa né?]

Aqui vai a resposta:

Usar a extensão Pager para o BrOffice!

As extensões no BrOffice funcionam como as do Firefox, são desenvolvidas por terceiros e visam acrescentar alguma funcionalidade (nesse caso … faciltar a realização de algo que por outro meio é menos intuitivo).

1- Instalando a extensão Pager

Você deve baixar-la do site de extensões do OpenOffice:

http://extensions.services.openoffice.org/project/Pager .

Em seguida, abra o OpenOffice/BrOffice, clique no menu “Ferramentas” -> “Gerenciador de Extensão”.

Na janela do “Gerenciador de Extensão” estão suas extensões. Clique em “Adicionar” e aponte para o arquivo do Pager baixado e confirme. Pronto, instalado. Agora feche o OpenOffice/BrOffice e abra-o novamente.

Usando a extensão Pager

Para adicionar a numeração de páginas: Clique no menu “Inserir” e no novo item desse menu: “Números de páginas…” e seja feliz.

Exemplo 1

Vou dar um exemplo de como mostrar a numeração a partir da segunda página no canto direito superior:

Clique no menu “Inserir” -> “Números de páginas…”.

Marque a caixinha de “Cabeçalho” “Direita” em “Mostrar número de páginas” para mostrar no canto superior direito.

Marque a caixinha “Não mostrar número na primeira página”. Clique em “OK”

Pronto!

Exemplo 2

Vou dar um segundo e último exemplo de como mostrar a numeração somente a partir da quarta página no canto direito superior (só por desencargo de consciência):

Clique no menu “Inserir” -> “Números de páginas…”.

Marque a caixinha de “Cabeçalho” “Direita” em “Mostrar número de páginas” para mostrar no canto superior direito.

Exemplo 2, primeira parte

Exemplo 2, primeira parte

Clique em “More”, desmarque a opção “Number all pages”, clique em “Select” e escolha quais páginas não devem ser numeradas colocando-as em “Don’t number pages #”. No nosso caso, são as páginas 1-3 (que são todas as entre a página 1 e 3): 1-3.

Exemplo 2, segunda parte

Exemplo 2, segunda parte

Clique em “OK”.

Escritório livre [parte 6]: Times New Roman o escambau! Liberação!

11 de outubro de 2010

O último post da série sobre escritório livre é sobre as restrições de uma fonte proprietária muito usada (e absurdamente estabelecida como padrão pela ABNT em diversos situações), a Times New Roman, e como substituí-la. Ah! Isso também vale para suas irmãs Arial e Courier New.

Essas fontes Microsoft apesar de poderem ser baixadas e usadas gratuitamente não são livres, tem uma série de restrições que a impedem de ser modificada para ser usada em fontes futuras assim como proíbe que a fonte seja incluída em outro produto. Não entendo como podem escolher uma fonte com essas restrições como um padrão!

Um exemplo do resultado dessas restrições é que ela não pode ser distribuída conjuntamente com distribuições GNU/Linux, deve ser baixada posteriormente. Isso não é prático e impõe um grau de dificuldade a mais para os leigos.

[Assim, não é culpa do “linux” que quer deixar tudo complicado]

Dessa forma, para termos um escritório completamente livre, deveríamos ter fontes completamente livres e que essas fossem padrão internacional e também da ABNT.

E para nossa alegria a primeira parte do trabalho já foi feita quando o pessoal da RedHat licenciou uma família de fontes substitutas das fontes mais usadas no Windows/Microsoft Office de forma completamente livre. São as fontes livres Liberation (nome sugestivo!).

São três fontes livres e substituem as seguintes fontes não livres:

Liberation Sans que nos liberta de Arial

Liberation Mono que nos liberta de Courier New

Liberation Serif que nos liberta de Times New Roman

As fontes podem ser utilizadas livremente para a criação de outras e podem ser distribuídas sem restrições. E importante: são excelentes, com uma aparência muuuuiito similar aos seus similares não livres e possuem o mesmo tamanho (ou seja não vai mudar a aparência de seu texto nem o tamanho dele, apenas nos livrar de tecnologia não-livre). Você pode passar a usar as fontes Liberation no lugar daquelas famosas fontes proprietárias.

As fontes Liberation já vem instaladas no Ubuntu e em muitas distribuições GNU/Linux.

Elas podem ser baixadas de seu site (https://fedorahosted.org/liberation-fonts/) para serem instaladas no Windows ou outros sistemas.

27 anos: Feliz aniversário, GNU! Presente: Artigo e livro sobre Cultura Livre

28 de setembro de 2010

Pessoal, atrasado um dia! Dia 27 de setembro é aniversário do projeto GNU, o início da jornada pela liberdade como questão política no software e que mais tarde abalaria toda a questão da produção cultural como conhecemos.

“Há exatos 27 anos, em 27/9/1983, o jovem inventor do EMACS Richard Stallman anunciou ao mundo sua intenção de criar um ambicioso sistema operacional compatível com o Unix mas que o superaria (com protocolos mais avançados que o UUCP, suporte a nomes de arquivos longos, um sistema de arquivos mais sólido, e outras vantagens similares) por diversos critérios técnicos, e por um critério adicional: estaria livremente disponível a todos que o quisessem.”

Bolo com a cara do GNU

Bolo com a cara do GNU

(de: http://br-linux.org/2010/27-anos-feliz-aniversario-gnu/)

De presente, segue um texto muito bom e introdutório sobre software e cultura livre:

Software livre: La revolución constructiva“. O artigo é do livro livre “Argentina Copyleft: La crisis del modelo de derecho de autor y las prácticas para democratizar la cultura” (o livro é distribuído sob uma licença livre – clique no nome para baixar).

O artigo tem apenas 3 páginas , então deixemos a preguiça de lado.

Software Libre: la revolución constructiva

Análise do Trisquel GNU/Linux 4.0

20 de setembro de 2010

Dia 18 de setembro, Dia do Software Livre, foi lançado o Trisquel GNU/Linux 4.0 – Codinome Taranis. Uma distribuição espanhola 100% comprometida com o software livre e que consta na relação das poucas distribuições recomendadas pela Free Software Foundation.

A proposta do pessoal do Trisquel é criar uma distribuição livre para usuários domésticos, pequenas empresas e centros educativos. Para alcançar esse objetivo escolheram como base a distribuição Ubuntu, retirando tudo aquilo que não fosse software livre além de fazer pequenos ajustes e criar uma identidade visual própria.

O resultado é surpreendentemente positivo. A escolha do Ubuntu como base garantiu a estabilidade e a facilidade de uso conhecidas do Ubuntu e a sua opção integral pelo software livre cria um diferencial para aqueles que se identificam com a filosofia da Free Software Foundation.

Não vou entrar em detalhes sobre o processo de instalação pois é o mesmo do Ubuntu 10.04, com todas as suas vantagens e simplicidade (o único porém é que o sistema inicia o livecd em espanhol ou inglês, você escolhe, e depois, durante a instalação, podes escolher o nosso português).

A primeira coisa que chama a atenção ao bater os olhos no Trisquel é que o mesmo é baseado no Ubuntu mas possui identidade própria, o que inclui a seleção de programas padrão e o visual.

Trisquel 4.0 LTS "Taranis"

Trisquel 4.0 LTS "Taranis"

A instalação padrão do Trisquel vem com o Gnome 2.30.2, um bonito tema escuro mas, diferentemente do Ubuntu, opta por utilizar apenas uma barra (como no Windows) ao invés de duas.

Essas mudanças conferem ao Trisquel uma identidade própria mas podem ser mudadas por usuários que se sentirem mais cômodos ao padrão com as duas barras.

A seleção de pacotes instalados por padrão é muito semelhante àquela do Ubuntu. Vamos as diferenças (que vou abordar pelas divisões constantes no menu de aplicativos):

Internet: No lugar do Firefox entra o Abrowser. Que é o Firefox mas que não recomenda extensões ou plugins não-livres além de substituir os trabalhos artísticos não-livres no programa. Temos ainda um agregador para leitura de notícias online, Liferea, e um cliente de IRC, Xchat, instalados por padrão.

Escritório: No setor Escritório não há novidades, com o destaque para a famosa suíte Office OpenOffice.org e o, entre outras coisas, cliente de e-mail, Evolution.

Gráficos: Na setor de aplicativos gráficos, vemos que houve a preocupação em não colocar na instalação padrão do Trisquel aplicativos com Mono. Assim o F-Spot sai de cena e entra o leve gThumb para visualizar fotos e o Shotwell para gerenciar fotos. Vale mencionar a feliz opção por manter o excelente GIMP na instalação padrão.

Multimidia: O player de vídeo padrão, como no Ubuntu, é o Totem. Mas pode ser instalado o excelente VLC dos repositórios.

Para organizar e reproduzir sua coleção de músicas, no lugar do Rhythmbox, temos o Exaile – que foi inspirado no aclamado Amarok 1.x.

Também é importante mencionar a excelente inclusão do programa Oggconvert, que possibilita converter música e vídeos para formatos abertos/livres.

Por fim, devido a distribuição ser europeia e não estadunidense não há dificuldades em reproduzir codecs patenteados como o mp3 pois já vem habilitado por padrão o suporte a reprodução de mp3 e os formatos de vídeos mais comuns através de implementações livres.

Jogos: Aqui temos xadrez, campo-minado, paciência, etc … e a ausência de um joguinho Mono que temos no Ubuntu o gbrainy.

Acessórios: Aqui vale mencionar a substituição do Tomboy pelo Gnote, o que juntamente com a remoção do gbrainy e a substituição do F-Spot, elimina o Mono da instalação por padrão (mas para aqueles que quiserem … estão nos repositórios, já que são software livre).

Vale mencionar que o kernel Linux utilizado é o Linux-libre, que é uma versão modificada e 100% livre do kernel Linux em que é removido todo o software que não inclui código fonte, assim como o código fonte ofuscado ou que esteja publicado mediante licenças proprietárias.

Aparte os programas instalados por padrão, o repositório (hospedado em servidores próprios) possui basicamente os mesmos programas daqueles do Ubuntu exceto aqueles que não estejam de acordo com a filosofia do software livre – além de trazer versões atualizadas de aplicativos livres em constante desenvolvimento que visam substituir alternativas proprietárias difundidas no mundo GNU/Linux, como o Gnash.

O suporte a nossa língua, apesar do site mencionar que são suportadas oficialmente apenas algumas línguas como o espanhol e o inglês, é perfeito.

A distribuição obviamente não é perfeita, como algumas de suas limitações, além daquelas inerentes ao Ubuntu e seus derivados, temos o atraso em relação ao próprio Ubuntu para o lançamento de suas versões. O Trisquel lançado no dia 18 de setembro é baseado, em linhas gerais, no Ubuntu 10.04 (lançado em abril).

Fora isso, no seu ponto forte temos o que de alguma forma pode ser uma fraqueza. Sua escolha pela filosofia do software livre acima de uma posição estritamente pragmática é o que atrai seus usuários mas trás alguns inconvenientes quando as soluções livres não estão a altura das proprietárias. Um exemplo é visualizar vídeos baseados em flash navegando pela internet – o gnash ainda não está a altura do serviço, abrir arquivos .rar versão 3 ou superior – para o qual não existe solução livre ou ainda alguns drivers que foram excluídos do kernel por dependerem de blobs binários.

Dado isso alguém poderia perguntar se vale a pena utilizar o Trisquel GNU/Linux, minha resposta é sim.

Das distribuições recomendadas pela Free Software Foundation, é de longe a mais bem acabada, a que possui um tempo na praça (existe a mais de três anos – não é uma daquelas que surge na segunda e na sexta-feira sumiu) e é muito funcional. A gNewSense, a outra distribuição recomenda pela FSF que é lembrada por muitos, é menos polida e não vê um lançamento a 12 meses.

Alguém poderia dizer que ela é irrelevante porque temos o Ubuntu, mas não é o caso. O Ubuntu está mais dentro da filosofia open source, endossando o uso de software proprietário quando convém (drivers, flash da Adobe, etc … – inclusive talvez surja uma loja de aplicativos que comercialize programas proprietários na versão 10.10).

Software livre, como eu entendo, e creio que o pessoal do Trisquel também … não é ter variedade de consumo de programas e licenças proprietárias e livres. É defender aquilo que em termos de software é o melhor para a sociedade. O software proprietário é anti-social pois é um conhecimento usado para subjugar as pessoas, cria uma relação de dominação entre quem fez o software e os usuários. O conhecimento deve servir a sociedade, todos devem poder modificar o programa e colaborar. Colocar opção por software proprietário na distribuição seria incentivar a existência do software anti-social.

Creio que é por esse motivo que o pessoal do Trisquel GNU/Linux é tão ‘chato’ em manter programas proprietários longe de seu quintal e também é por isso que possuem uma distribuição com uma razão de ser diferente daquela do Ubuntu.

Para aqueles que tem interesse na filosofia do software livre, o Trisquel, além de ser bem acabado e funcional, é pedagógico. Pois quando utilizamos um sistema que mescla código livre e fechado, muitas vezes não temos consciência de se tal tecnologia é livre ou fechada. E com isso deixamos de entender as limitações que nos impõem tecnologias proprietárias e padrões fechados – e consequentemente ignoramos as tentativas de substitui-los.

Quando passei a usar Trisquel é que descobri que Times New Roman e outras fontes Microsoft apesar de poderem ser baixadas e usadas gratuitamente não são livres, tem um série de restrições que as impedem de serem modificadas para serem usadas em fontes futuras assim como proíbe que sejam incluídas em outro produto; também descobri que não existem soluções livres para abrir arquivos .rar versão 3 ou superior, entre outras coisas.

Tomando consciência dessas coisas é que passei a usar o formato de compressão 7zip – que é tão bom quanto o rar mas aberto -, que entendi a razão da existência da família de fontes Liberation, etc …

Assim, recomendo para aqueles que se identificam com o software livre que deem uma chance ao Trisquel GNU/Linux, mesmo se não esteja disposto a usar como seu sistema principal, ele pode ser muito instrutivo sobre a situação atual do software livre e o que podemos substituir de padrões proprietários/ fechados facilmente mas não tínhamos nem ideia de que não eram livres/abertos (como o maldito rar versão 3 ou superior).

Escritório livre [parte 5]: Dica: Como inserir numeração de páginas no OpenOffice/BrOffice

17 de setembro de 2010

Para inserir numeração de páginas no OpenOffice/BrOffice

Deve-se, antes, inserir o rodapé (ou cabeçalho, caso queira a numeração na parte superior da página), clicando no menu Inserir –> Cabeçalho (ou rodapé) –> Padrão. Depois, clique dentro do cabeçalho (ou rodapé), deixando o cursor nesse local. Após, clique no menu Inserir –> CamposNúmero da página. Por fim, pode-se escolher o alinhamento desejado (esquerda, centralizado ou à direita).

Escritório livre [parte 4]: Melhorando a experiência de uso do OpenOffice/BrOffice [Dicionário de sinônimos]

11 de setembro de 2010

Hoje, vamos instalar um dicionário de sinônimos.


Imagine você digitando um texto, e quando percebeu, havia utilizado diversas vezes a mesma palavra. A partir daí você fica pensando por qual palavra trocar, e nada vem à cabeça. Chato, não é? É para isso que existe o DicSin, um dicionário de sinônimos para você ter um texto rico em palavras, sem repetições chatas e perda de cabelos e/ou unhas.

Instalando o DicSin
1- Baixe a extensão do DicSin em: http://www.dicsin.com.br/ (aba Download)
2- Em seguida: Com o OpenOffice/BrOffice aberto vá até o menu Ferramentas->Gerenciador de Extensão, depois clique no botão Adicionar, localize o arquivo em seu computador e aperte em abrir.

Usando o DicSin
Selecione a palavra com o mouse, vá até o menu Ferramentas->Idioma, depois clique no botão Dicionário de Sinônimos.

Um excelente tutorial para quem usa muito o OpenOffice/BrOffice e quer deixá-lo perfeito: Como escrever textos perfeitos no BrOffice.org (http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/).

Escritório livre [parte 3]: Melhorando a experiência de uso do OpenOffice/BrOffice [Corretor ortográfico e corretor gramatical]

3 de setembro de 2010

Antes de mais nada, caso você use Windows … podes baixar e instalar o BrOffice do site: http://www.broffice.org/ . Caso use GNU/Linux … ele já vem instalado no Ubuntu e em qualquer outra distribuição para usuários desktop.

Hoje, vamos instalar o melhor corretor ortográfico e o melhor corretor gramatical no mundo livre para o português brasileiro.

Dicionário Aurélio

Dicionário Aurélio

Antes, uma distinção entre ambos os tipos de corretores:

corretor ortográfico: detecta erros de grafia nas palavras, por exemplo, a palavra “sugeito” com a letra “g”, em vez de “sujeito” com a letra “j”. Além disso, sugere uma medida corretiva para a solução do erro, que é a substituição da palavra grafada incorretamente pela palavra grafada corretamente.

corretor gramatical: detecta erros nas relações entre as palavras, por exemplo, na sentença “Os menino estudam demais.”, o corretor gramatical detecta o erro na concordância entre o artigo “os” e o substantivo “menino”. E também sugere uma medida corretiva, como a substituição da palavra “menino” pela mesma palavra flexionada no plural, que é “meninos”.

No OO (OpenOffice) podemos acrescentar funcionalidades instalando arquivos chamados extensões (extensão .oxt). É dessa forma que iremos instalar os corretores ortográfico e gramatical.

– Instalando o melhor corretor ortográfico (Vero – Verificador Ortográfico):
Tem para o novo acordo ortográfico e para o velho. (dica: também podes baixar para o firefox e nunca mais errar ortografia nos e-mails.)
1- Baixe a extensão do Vero em: http://broffice.org/verortografico/baixar.
2- Em seguida: Com o OO aberto vá até o menu Ferramentas->Gerenciador de Extensão, depois clique no botão Adicionar, localize o arquivo em seu computador e aperte em abrir.

– Instalando o melhor corretor gramatical (CoGrOO – Corretor Gramatical acoplável ao OpenOffice.org):
1- Baixe a extensão do CoGrOO em: http://cogroo.sourceforge.net/download/current.html (ou clique direto aqui http://extensions.services.openoffice.org/download/2453 para a ultima versão no momento que escrevi esse post).
2- Em seguida: Com o OO aberto vá até o menu Ferramentas->Gerenciador de Extensão, depois clique no botão Adicionar, localize o arquivo em seu computador e aperte em abrir.
Ah! Vale lembrar que para rodar o CoGrOO é necessário ter um Java Runtime Environment instalado, a partir da versão 1.5.0. Ele também deve estar ativado – para verificar isso basta ir em Ferramentas > Opções > BrOffice.org/OpenOffice.org > Java, habilitar a opção “Utilizar um JRE…” e marcar a versão mais recente do JRE:

OPCIONAL: Para ter certeza que está tudo funcionando, vamos certificar que os dicionários e suas atividades estão realmente marcadas para funcionar. Mas antes vá em Ferramentas > Opções > Configurações de idioma > Idiomas, e certifique-se que o Português (Brasil) está ativo.
E logo em seguida, aproveite e dê um pulo para baixo, em “Recursos para redação”, e marque todas as opções em “Módulos de idioma disponíveis”, e também em “Dicionários definidos pelo usuário”.

Um excelente tutorial para quem usa muito o OpenOffice/BrOffice e quer deixá-lo perfeito: Como escrever textos perfeitos no BrOffice.org (http://www.guiadohardware.net/tutoriais/textos-perfeitos-broffice/).

Ah! Esse post foi baseado em outros que tem pela internet, incluindo o citado acima.